NOVA MILANO- O BERÇO DA COLONIZAÇÃO ITALIANA



A história de Nova Milano teve início em maio de 1875, quando, vindos da região de Milão, Itália, chegaram as três primeiras famílias de colonizadores. Os primeiros imigrantes enfrentaram uma serie de dificuldades ao chegar ao Rio Grande do Sul. As terras mais próximas aos rios e vales já estavam ocupadas por alemães, obrigando aos colonizadores que estes subissem mais ao alto da serra, em regiões previamente pouco exploradas.
 Fotografias de Renan Carlos Mancuso
Fonte e texto Wikpédia
A localidade onde se instalaram os pioneiros ficou conhecida como Barracão, referência ao local onde fora alojados. Posteriormente o local passou a se chamar Nova Milano, em homenagem ao local de origem (Milão, ou Milano em italiano). Os imigrantes, distribuídos em suas colônias iniciam o trabalho de derrubada da mata, para dar lugar às áreas de plantação e de habitação. Quando chegavam, os colonizadores recebiam utensílios para a derrubada da mata e para a plantação, como também recebiam auxílio alimentar, suficiente para que atingissem a primeira colheita o que, em regra, não durava mais que dezoito meses.
Os patriarcas das três primeiras famílias a chegar em Nova Milano eram Luigi Sperafico, Tomaso Radaelli e Estevão Crippa. Quase todas as outras 110 famílias de italianos que chegaram a Farroupilha nesta época foram logo transferidas para povoar primeiro o Campo dos Bugres (atual Caxias do Sul), a sede da colônia. Somente as famílias Sperafico, Radaelli e Crippa ficaram. Comprando colônias de 24 hectares, cada um foi parar em uma localidade e prosperou de maneira diferente. Radaelli ficou plantando em Nova Milano, Crippa foi para o Travessão Milanês (localidade hoje conhecida como "Amizade") e Sperafico instalou-se em São Miguel.


Parque Centenário da Imigração Italiana Com cinco hectares de área, foi construído para homenagear o centenário da imigração italiana no Rio Grande do Sul. Inaugurado em 13 de Dezembro de 1975, o parque foi a forma escolhida para homenagear as três primeiras famílias de imigrantes. O parque tem um monumento, formado por um grupo de formas abstratas que expressa uma idéia de força, de coragem, dos colonizadores que, mesmo sem contar com recursos materiais, conseguiram vencer todas dificuldades. em regra, não durava mais que dezoito meses.


A obra de arte é de autoria do artista plástico gaúcho Carlos Augusto Tenius, e o projeto pertence aos arquitetos Olmiro Pinto Gomes e Vera Maria Becker Lovato e ao urbanista Antônio Carlos Oliveira. Além do monumento, no parque pode ser encontrada a réplica do Leão Alado de São Marcos, símbolo da Cidade de Veneza, oferecido pelo governo da Itália, assim como diversas placas representando as mais variadas regiões italianas.







RÉPLICA DO LEÃO ALADO DE SÃO MARCOS, SÍMBOLO DA CIDADE VENEZA

 IGREJA DE SANTA HELENA DA CRUZ


POR DO SOL EM NOVA MILANO